Programa Detalhado
- Sessão 1 — Mapeamento conjunto: rendimentos, despesas e o que cada um considera prioritário
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Sessão 2 — Estrutura do orçamento familiar: contas conjuntas, individuais e como combinar
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Diferentes modelos de gestão financeira em casal. Qual funciona melhor conforme o vosso perfil.
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Sessão 3 — Objetivos a 5 anos: como definir, ordenar e calcular o que é necessário poupar
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Exercício prático de definição de metas com valores e datas reais.
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Sessão 4 — Reservas familiares: fundo de emergência, educação, habitação
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Como dimensionar cada reserva sem bloquear liquidez desnecessária.
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Sessão 5 — Comunicação financeira: como falar de dinheiro sem entrar em conflito
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Ferramentas simples para revisões mensais em casal. Como reagir quando um dos dois sai do plano.
- Sessão 6 — Plano final e sistema de acompanhamento a dois
6 sessões de 90 minutos. Materiais editáveis incluídos. Acesso ao grupo de suporte por 2 meses.
Dinheiro é um dos temas mais difíceis de discutir em casal. Cada pessoa tem hábitos, medos e prioridades diferentes — e isso complica qualquer tentativa de planear em conjunto.
O que torna o planeamento familiar diferente
Não é só uma questão de somar dois rendimentos. É preciso alinhar o que cada pessoa valoriza, decidir como gerir despesas comuns e individuais, e construir um plano que ambos consigam seguir sem sentir que estão a abdicar de tudo.
Este programa aborda o lado prático — folhas de cálculo, categorias, reservas — mas também o lado relacional: como tomar decisões financeiras em conjunto sem que isso vire conflito.
Temas que costumam ser ignorados
- Despesas individuais dentro de um orçamento conjunto
- Como gerir diferenças de rendimento entre parceiros
- Objetivos de curto e longo prazo que não coincidem
- Comunicação sobre dinheiro sem julgamento
Cada sessão tem uma parte técnica e uma parte de exercício conjunto. Podes fazer o programa sozinho se fores o único a gerir as finanças da família, mas é mais útil se participarem as duas pessoas.
Horizonte de planeamento
Trabalhamos com um horizonte de 5 anos. Não porque seja o número certo para toda a gente, mas porque é suficientemente longo para incluir objetivos relevantes — educação dos filhos, compra de carro, remodelação de casa — e suficientemente curto para não parecer ficção científica.
Um plano que ambos entendem e aceitam vale mais do que um plano perfeito que só uma pessoa segue.